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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

O Bacamarte - Como Lewandowski julgaria Hitler


"Senhores, não existem filmes, fotos, nem testemunhas de Hitler abrindo registro de gás em campos de concentração, nem apertando o botão de uma Bomba V2 apontada para Londres, pilotando um caça Stuka, dirigindo um tanque Panzer, disparando um torpedo de um submarino classe U-Boat, sob seu comando, a navegar no Atlântico ou mesmo demonstrando habilidades no manuseio de um canhão antiaéreo Krupp, manipulando uma metralhadora MP40, uma pistola Walther P-38 ou simplesmente dirigindo um jipe Mercedez Benz acompanhado do general Von Rommel pelos desertos do norte da África.

Por isto, parece claro que não existe nada a incriminá-lo. Com certeza, ele não sabia de nada. Não via nada. A oposição diz que foram queimados documentos incriminatórios importantes, mas nada, absolutamente nada foi comprovado, apenas evidenciou-se a existência de cinzas e destroços por todos lados que somente foram trazidos com a chegada dos americanos e russos que não fazem parte da peça de acusação do proceso entregue pelo "Parquet"; o Sr. Procurador.

Afinal, ele seria apenas um Chanceler e presidente do Partido Nazista; ou seja. ele não passava de um mequetreque. Jamais foi pego, ou mesmo visto transportando armamentos debaixo dos braços (tipo pão francês) ou carregando pacotes de dinheiro nas cuecas.

Alguns relatos que citavam seu nome eram meros registros de co-réus, como alguns membros da Gestapo, os quais, por conseguinte, carentes de confiabilidade.
Outros relatos são de inimigos figadais - os denominados "Países Aliados" e assim longe de merecerem qualquer relevância para serem tomadas como fundamentos de acusação.

Alguns o acusam de ter invadido Paris e desfilado sob o Arco do Triunfo. Esta é mais uma acusação inventiva dos opositores. Ele apenas foi visitar seu cordial amigo o General De Gaule que infelizmente havia viajado para o sul da França. Ele então, teria apenas aproveitado a sua viagem para passear e fazer compras na Avenue de Champs Elisé com seus amigos. Qualquer outra conclusão é mera ilação ou meras conjecturas que atentam a qualquer inteligência mediana. Por aí, vemos que nada, contribui para a veracidade das acusações.

Não afasto a possibilidade dele ser o suposto mentor intelectual, mas nada, repito, nada consubstancia esta hipótese nos autos. E olha que procurei em mais de 1 milhão e 700 mil páginas em 10.879 pastas do processo.

E não podemos esquecer que ele foi vítima de diversos atentados que desejavam sua morte, articulados pela mídia e pelas potentes e inconformadas forças conservadoras. Seus ministros como Goebels, Himmiler, Rudolf Hess e outros também nada sabiam. Eram coadjuvantes do NADA; sem nenhuma responsabilidade de "facto".

O holocausto  talvez tenha sido um suicídio coletivo ao estilo do provocado há anos nos EUA pelo Pastor Jim Jones. É,  ainda hoje, um tema controverso. Assim trago aos pares, como contraponto, a tese defendida pelo filósofo muçulmano Almanidejah que garante a inexistência de tal desgraça da humanidade.

Assim - já estou me dirigindo para encerrar meu voto Sr. Presidente - afirmando acreditar que todos eles foram usados, trapaceados por algum aloprado tesoureiro de um banco alemão que controlava financeiramente a tudo e a todos; especialmente os projetos políticos e as doação corruptivas. E tudo em nome da realização de um plano maquiavélico individual de domínio total que concebeu e monitorava do porão da sua pequenina casa nos Alpes.

"Enfim, depois de exaustivas e minuciosas vistas nos autos, especialmente nos finais de semana, trago aos pares novos dados que peço ao meu colaborador Adolfo para distribuir a todos. Depois desta minha "assentada" declaro a improcedência da ação, inocentando por completo o réu por falta de provas. É como voto Sr. Presidente."

Qualquer semelhança deve ser entendida como mera coincidência.
Está circulando no ciberespaço e, com certeza, Assino e Dou Fé.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O Bacamarte - A Presunção e o Silencio dos Inocentes

 Para o ministro e futuro presidente do STF – Superior Tribunal Federal,  Joaquim Barbosa, a conclusão do Ação Penal 470, popularmente conhecida como Escândalo do Mensalão, tranformou-se em um “marco” para a sociedade.
Há que se lembrar de que o ex-presidente Lula, em reunião ministerial, dia 12 de agosto de 2005, falando sobre o episódio,  disse: “Eu me sinto traído por práticas inaceitáveis. Indignado pelas revelações que chocam o país, e sobre as quais eu não tinha qualquer conhecimento”...
Se formos ao Michaelis encontraremos como definição para Presunção: 1-Ato ou efeito de presumir; 2-Inferência ou opinião baseada na probabilidade ou suposição e, 3- Dir. Conjetura, consequência ou conclusão que a lei ou o juiz tira dos fatos conhecidos, para afirmar a existência ou verdade do fato que se pretende provar.
Recordemo-nos da expressão “Nemo tenetur se detegere” ou o princípio da não autoincriminação.
Caríssimo leitor,  que me prestigia com sua atenção, quero convidá-lo a uma reflexão: Acaso não seria lógico que se ilustres figuras pois, não se tratam de uns “zés” quaisquer mas sim, no centro da cena,  condenaram-se os Zé Genoíno e Zé Dirceu, fosse chamado também o Silva (Lula) o qual,  pela mesma presunção, era o “chefe” da dupla, muito próximo, portanto.
Não seria obrigação do ex-presidente, diante da conclusão, vir a publico, espontaneamente, para dar uma satisfação à sociedade (já que não foi incluído, arrolado pelo STF) ou considerou-se bastante suficiente a sua declaração de 2005?...
Eu concluo que a Presunção não foi tanta assim e que, neste caso, ficou valendo, mais do que nunca, O Silencio dos Inocentes...Assino e Dou Fé!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O Bacamarte - Vai começar o leilão

A principal capital do país e com o maior colégio eleitoral municipal deu uma clara demonstração de insatisfação e descrença na classe política. Foi o maior índice de absinteismo e votos nulos; quase 25%, ou seja, um quarto do eleitorado deixou de votar ou anulou o voto o que, convenhamos, não é pouco. Agora, passado o primeiro turno, teremos uma nova eleição e a polarização entre PSDB e PT mais uma vez se faz presente. O candidato azarão, que ficou na dianteira, até a reta final e depois foi massacrado, segundo suas próprias palavras, já emendou que vai apoiar quem estiver afinado com a sua proposta etc. e tal. O candidato tucano e o petista, já entram nesta semana com a missão de buscar alianças e conquistar eleitores de Russomano, Chalita e até Soninha. Ninguém se iluda que o que vai dominar as conversas são afinações com propostas de governo mas, sim, quem vai dar mais vantagens em troca do apoio explícito no segundo turno da eleição paulistana. Mais uma vez, na hora do rescaldo, a máxima franciscana de que é dando que se recebe far-se-á muito presente, ainda que em detrimento dos lídimos interesses da sofrida população. Vem por aí fortes emoções, pois vai começar o leilão. Assino e Dou Fé!

domingo, 7 de outubro de 2012

Homenagem a Vicente Leporace

Neste ano comemora-se o centenário de nascimento deste homem personalidade, radialista, radioator, ator, apresentador de programa de televisão, ator de cinema, nascido em São Tomás de Aquino em 26 de janeiro de 1912 e falecido em São Paulo em 16 de abril de abril de 1978.
Em 1962 esta figura impar iniciava, pelas ondas da rádio Bandeirantes de São Paulo, a apresentação de um programa diário que permaneceria no ar por mais de quinze anos e que se chamava "O Trabuco", onde comentava as notícias publicadas nos jornais, com maestria e fina ironia.
Como é impossível, neste caso, qualquer substituição, pela sua singularidade, pretendo humildemente homenagear esta ilustre figura com um similar, muito longe de sua inspiradora original, a qual denominarei de "O Bacamarte"...assim, de quando em vez, nesta página, vamos dar uns tiros nos assuntos nacionais e, como o dizia o mestre inspirador, concluiremos com o seu famoso bordão: "Assino e Dou Fé"...me aguardem.

Frase do dia

Como se pode falar em democracia onde o direito de não votar é suprimido?...