Comissão no Senado pretende rever o Código Penal e regulamentar os prostíbulos no Brasil.
Dá para imaginar as meninas com carteira assinada, com direito a férias, décimo terceiro e outros inúmeros benefícios...como será que fica a licença maternidade...processo seletivo? com entrevista e dinâmica de grupo...
Seguramente alguns maus elementos, da nossa valorosa polícia, vão ficar irritados com os empreendedores do entretenimento sexual...acaba-se a necessidade de pagar propina semanal e outros achaques regulares a que estão sujeitos.
No entanto os empresários da prostituição, antes pejorativamente chamados de cafetões, também não vão ficar satisfeitos quando souberem que terão de se enredar na burocracia para criarem oficialmente a suas firmas e, provavelmente vão sentir saudades do quanto pagavam de "pau" para a polícia que, por muito que seja, sempre será menor que os encargos trabalhistas e fiscais a que estarão sujeitos.
As pobres das putinhas, se forem registradas, vão recolher uma grana preta de INSS e IR na fonte...se forem autônomas, o fisco municipal vai mostrar as garras com o seu ISS terrível.
O que está acontecendo, na realidade, é que os corruptos de plantão em Brasília raciocinaram de forma simplista, e pensaram: vamos tratar de ganhar em cima da dinheirama que a putaria gera no país que, aliás, é mundialmente famoso por estas atividades. Se houvesse seriedade na proposta até que seria louvável e meritória a iniciativa mas, como conhecemos a índole dos chamados representantes do povo do jeitinho, com as honrosas exceções de praxe, que colocam a chamada Lei do Gerson, acima da Carta Magna, só nos resta lamentar por mais esta vergonha que querem institucionalizar e morrer de pena das chamadas moças de vida fácil que tornar-se-a bem mais difícil.
Dá para imaginar as meninas com carteira assinada, com direito a férias, décimo terceiro e outros inúmeros benefícios...como será que fica a licença maternidade...processo seletivo? com entrevista e dinâmica de grupo...
Seguramente alguns maus elementos, da nossa valorosa polícia, vão ficar irritados com os empreendedores do entretenimento sexual...acaba-se a necessidade de pagar propina semanal e outros achaques regulares a que estão sujeitos.
No entanto os empresários da prostituição, antes pejorativamente chamados de cafetões, também não vão ficar satisfeitos quando souberem que terão de se enredar na burocracia para criarem oficialmente a suas firmas e, provavelmente vão sentir saudades do quanto pagavam de "pau" para a polícia que, por muito que seja, sempre será menor que os encargos trabalhistas e fiscais a que estarão sujeitos.
As pobres das putinhas, se forem registradas, vão recolher uma grana preta de INSS e IR na fonte...se forem autônomas, o fisco municipal vai mostrar as garras com o seu ISS terrível.
O que está acontecendo, na realidade, é que os corruptos de plantão em Brasília raciocinaram de forma simplista, e pensaram: vamos tratar de ganhar em cima da dinheirama que a putaria gera no país que, aliás, é mundialmente famoso por estas atividades. Se houvesse seriedade na proposta até que seria louvável e meritória a iniciativa mas, como conhecemos a índole dos chamados representantes do povo do jeitinho, com as honrosas exceções de praxe, que colocam a chamada Lei do Gerson, acima da Carta Magna, só nos resta lamentar por mais esta vergonha que querem institucionalizar e morrer de pena das chamadas moças de vida fácil que tornar-se-a bem mais difícil.

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